Eu sou o sol e a chuva,
A brisa e o vendaval.
Um calmo lago de nenúfares,
A tempestade no mar.
Sou assim, é fatal.
Sou o nascer e o pôr do sol.
O frenesim da serpente,
A calma do caracol.
A cidade agitada
A aldeia dormente.
Posso ser vinho ou ser água.
Alguém que ri com vontade,
Alguém que chora.
Posso apagar da memória,
Ou posso sentir saudade.
Posso ser um grande livro,
Ou a breve noticia de jornal.
Sou o que quero,
E o que não quero.
Sou o oposto e o igual.
domingo, 19 de abril de 2009
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário